Empresas que se posicionam agora têm vantagem real na transição. Quem espera tem menos tempo para revisar regime, fluxo de caixa e classificação fiscal.
A reforma não é só mudança de nome de imposto. É uma nova lógica de tributação que afeta regime, caixa, precificação e até o CNPJ da empresa.
CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços
Tributo federal unificado. Alíquota e base de cálculo mudam — e o impacto varia por setor e regime tributário.
IBS — Imposto sobre Bens e Serviços
Substitui dois impostos por um. As regras de destino mudam a forma como municípios competem por empresas.
Split Payment
O imposto passa a ser retido na própria transação — direto na venda. Afeta o fluxo de caixa desde o primeiro recebimento.
IS — Imposto Seletivo
Novo imposto sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Alíquotas específicas por categoria.
Cada regime tributário tem um comportamento diferente no novo sistema. Empresas que não revisarem o enquadramento antes de 2027 podem operar com alíquota efetiva mais alta por anos — enquanto concorrentes reenquadradas pagam menos pela mesma receita.
No modelo atual, a empresa recolhe o imposto no mês seguinte à venda. Com o split payment, o imposto é retido na hora da transação. Empresas sem reserva de giro adequada podem enfrentar caixa negativo nos primeiros meses de vigência — sem tempo de ajuste.
O novo IBS permite o aproveitamento de créditos em toda a cadeia. Mas o direito ao crédito depende de classificação correta e escrituração adequada desde o início. Quem não estruturar isso pode perder crédito que não é recuperado retroativamente.
A mudança de sistema cria um período de dupla tributação gerenciada. Erros de classificação fiscal durante a transição não são apenas prejuízo financeiro — podem configurar infração. Empresas sem acompanhamento técnico específico têm exposição real a esse risco.
O risco real só aparece quando alguém analisa o caso da sua empresa. A conversa inicial é sem custo e sem compromisso.
Fale com um especialistaAtendimento sem compromissoA GKS não vende medo — entrega um plano concreto. Da análise inicial até o acompanhamento da transição completa até 2033.
Entendemos o perfil da empresa: regime, faturamento, setor e situação atual. Sem custo, sem compromisso.
Calculamos o que muda para a empresa especificamente: qual regime compensa no novo sistema, como o split payment afeta o caixa, e onde há oportunidade de crédito.
Entregamos um plano estruturado com as ações necessárias: reenquadramento de regime, revisão de precificação, ajuste de capital de giro e adequação de documentação fiscal.
A reforma é publicada em fases. Conforme o plano acordado, a GKS monitora cada nova regulamentação e aplica ao planejamento da empresa — sem que você precise acompanhar a legislação sozinho.
Quer ver o que muda especificamente para a sua empresa? Tudo começa com uma conversa inicial.
Fale com um especialistaAtendimento sem compromissoSe sua empresa se encaixa nos critérios abaixo, vale a pena conversar.
Empresas com histórico tributário têm mais a analisar — e mais a preservar na transição.
Volume mínimo para que as mudanças de regime e split payment tenham impacto mensurável no caixa.
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real — cada um tem um impacto diferente. Todos precisam de análise.
Sem compromisso. A GKS analisa o perfil da sua empresa e mostra exatamente o que muda e como se posicionar.
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